quinta-feira, 22 de maio de 2014


PREFEITURA DE MARABÁ
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
DIRETORIA DE ENSINO URBANO
  NÚCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL


IV Mostra de Vídeo
ESPORTE DE RUA


EDINA MARIA DA SILVA BRANDÃO





JUSTIFICATIVA
Trata-se de uma prática educativa em que os alunos irão desenvolver atividades de filmegem, fotografia, entrevista considerando os aspectos culturais e históricos da cidade de Marabá, utilizando recursos tecnológicos mais especificamente o celular que eles trazem para a escola onde posteriormente será organizado e editado com a utilização do programa de video Openshot.
OBJETIVO: Promover atividades significativas através da coleta de dados fora do ambiente escolar com a utilização das midias.
PROBLEMATIZAÇÃO
Ao constatar que na Escola Deuzuita Melo de Albuquerque os alunos passam muito tempo manuseando o celular, surgiu a necessidade de desenvolver atividades com o uso desse instrumento tão presente e necessario em nossa sociedade atual, mas que ainda está dissociado das praticas educativas
IDENTIFICAÇÃO DA EQUIPE: professoras Edina Maria da Silva Brandão, Osevania Gomes Araújo Gurgel e alunos do 9ª ano.
CAMPO DE AÇÃO: Escola e comunidade.

SITUAÇOES DE APRENDIZAGEM: pesquisa de campo com filmagens, entrevistas, fotografias sobre os vários esportes de rua em Marabá. 
RECURSOS: computador com programa Openshot, celular, data show.
CRONOGRAMA: será desenvolvido em varias oficinas uma vez por semana em dois horários nas aulas de português.




segunda-feira, 19 de maio de 2014


PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FISCAL- PNEF

Secretaria de Estado da Fazenda- SEFA

Programa de Educação Fiscal do Estado do Pará- PEFI/PA





















EDUCAÇÃO FISCAL
























MARABÁ-PARÁ
EDINA MARIA DA SILVA BRANDÃO










PROJETO: EDUCAÇÃO FISCAL












Projeto apresentado ao Programa de Educação Fiscal, ministrado pela SEFA e PEFI/PA como requisito para a conclusão do curso.















Marabá, 16 de maio de 2014.
SUMÁRIO






1 APRESENTAÇÃO 3
2 IDENTIFICAÇÃO DA EQUIPE 3
3 IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO 3
4 PROBLEMATIZAÇÃO 4
5 CAMPO DE AÇÃO 4
6 OBJETIVO GERAL 4
7 CONTEÚDO DE EDUCAÇAO FISCAL 4
8 SITUAÇOES DE APRENDIZAGEM 5
9RECURSOS 5 10CRONOGRAMA 5


1-APRESENTAÇÃO

O projeto nasceu da necessidade de formar professores críticos e atuantes, além de servir de disseminadores da Educação fiscal em sala de aula






DOCENTES:
EDINA MARIA DA SILVA BRANDÃO












2. PROJETO: EDUCAÇÃO FISCAL

3- PROBLEMATIZAÇÃO:
Ao constatar que a Escola Deuzuita Melo de Albuquerque apresenta um alto índice de depredação do Patrimônio Público, surgiu a necessidade de desenvolver um trabalho de formação e conscientização dos professores para o problema com o intuito de culminar um projeto de conscientização dos alunos sobre Educação Fiscal a respeito da preservação e conservação do seu espaço escolar.
4- CAMPO DE AÇÃO:
Escola e comunidade

5- OBJETIVO:
Promover uma formação para os professores com o proposito de conscientiza-los do seu papel na intervenção pedagógica a fim de disseminar a Educação Fiscal a partir da temática abordada.

6- CONTEÚDO DE EDUCAÇÃO FISCAL:
6.1 CONTEÚDO CONCEITUAL
  • Tributos

6.2 CONTEÚDO PROCEDIMENTAL
  • Taxas
  • Impostos
  • Controle Social
  • Aceitação social dos tributos
  • Nota fiscal cidadã

6.3 CONTEÚDO ATITUDINAL
  • Fiscalizar e cobrar dos órgãos públicos a aplicação dos recursos.
  • Disseminar em sala de aula o conhecimento adquirido ao longo do projeto

7- SITUACÃO DE APRENDIZAGEM
  • Prática de cadastro de nota fiscal
  • Conhecer o portal de transparência

8- AVALIAÇÃO DO PROJETO
Através de questionários de avalição da oficina
9- CULMINÂNCIA
Construção de um projeto coletivo para ser desenvolvido em sala de aula.



10- RECURSOS

Data Show, computador, vídeos e slides.

11- CRONOGRAMA
Será desenvolvida em 16 horas, com a duração de dois dias.

terça-feira, 6 de julho de 2010

RELATÓRIO Gestar ll TP5
Tema: estilística
Unidades: 17 e 18
Seção 2: A estilística do som e da palavra
No dia dezoito de fevereiro de dois mil e dez na Escola Deuzuita Melo de Albuquerque foi realizado mais um Avançando na Pratica com os alunos da 7ª série A no período matutino. É importante acrescentar que essa turma é a mesma do ano passado e que nela há poucos discentes que foram remanejados para outras classes, por isso resolvi continuar com eles.
Na data supracitada coloquei os alunos em circulo e li a crônica “Palavras são Palavras...” da pagina 36 na mesma TP durante a leitura fui indagando sobre o significado das palavras que o texto enfatizava, ou seja, levando em consideração o contexto que estavam o que eles entendiam? Alguns deram sua opinião e mesmo sem saber o significado conseguiram encontrar adjetivos que justificavam o uso de tais palavras. Na seqüência falei o significado de cada uma delas e eles acharam engraçada a palavra elucubração, que no contexto, parecia uma palavra com significado imoral.
Para dar continuidade á atividade li o texto “Palavra” de Adriana Falcão da pag. 40 desta TP e acrescentei que as definições de palavra que o texto oferece expressa o sentimento de quem as usa, ou seja, para algumas pessoas a palavra casa representa proteção aconchego, para outro não passa de uma estrutura coberta feita para habitar. Em seguida solicitei um debate, sobre o assunto, e muitos alunos deram sua opinião, para organizar a participação dos alunos pedi a eles que escolhessem algumas palavras e escrevessem no papel o significado das mesmas da forma que o poeta faz, isto é, dando sentimentos a elas. Depois que eles escreveram sorteei alguns escritos para serem lidos e explicados. Conclui a atividade explicando que as palavras têm muitas faces e que nós como escritores e leitores precisamos conhecê-las e incorporá-las em nossa prática, podemos ainda brincar com elas fazendo jogos sonoros com ou sem significados e ainda transgredi-las para dar qualidade de estilo ao nosso texto.
Professora: Edina Maria da Silva Brandão


sábado, 10 de outubro de 2009


Data da postagem 10/10/2009
REGISTRO REFLEXIVO
2ª ATIVIDADE
No dia vinte e três de setembro do corrente ano, foi realizada a segunda atividade do Gestar II com os alunos do 7° ano B (6ª série) turno matutino, com trinta e cinco alunos.
A classe foi dividida em dois grupos, em seguida um representante do primeiro grupo disse secretamente o nome de um objeto ao representante do segundo grupo que descreveu o objeto, aos membros de seu grupo, usando varias características do mesmo sem revelá-lo. Um tempo de cinco segundos foi estabelecido para a competição. Neste jogo o grupo dois foi o vencedor. Durante a atividade vários objetos foram lembrados e à medida que o jogo ia esquentando os participantes dificultavam ainda mais escolhendo objetos mais raros para que os seus oponentes não adivinhassem. A maioria dos alunos participou, mas ainda teve aluno que confundiu a atividade de descrição com a adivinhação.
Esse jogo foi planejado para ser realizado no pátio da escola, mas infelizmente no dia faltou professor e novamente só restou à sala de aula. A brincadeira foi bastante estimulante para a prática de escrita descritiva.
Na aula do dia vinte e cinco de setembro expliquei a atividade de descrição e solicitei uma produção individual em que os alunos iriam escolher um objeto de valor pessoal e dar o maior numero de informações a respeito do mesmo, descrevendo suas características físicas, para que serve?, Onde é encontrado?, etc. revelando apenas no final de que objeto se tratava.
No inicio os alunos tiveram dificuldades para começar a escrever, então resolvi também participar, escrevi um texto e o li em seguida. Diante do exemplo os alunos se sentiram motivados a escrever.
A atividade teve um resultado positivo, pois a maioria dos alunos conseguiu alcançar o objetivo que era descrever objetos usando a maior variedade possível de informações a respeito do mesmo e ainda aprenderam o conceito de adjetivo com os próprios textos. Na sequência solicitei que alguns alunos viessem à frente para lerem seus escritos, vieram quinze. Conforme o discente iria lendo, eu solicitava a opinião dos outros no sentido de melhorar os textos. Estes foram recolhidos, lidos e devolvidos para que fossem refeito. Quatro desses escritos foram escolhidos e estão postados nesse blog.
Escrito 1: o texto da aluna alem de coerente tem bastante descrições que nos leva ao objeto considerado de grande valor pessoal. Nesse texto a aluna pode relembrar a infância através do objeto descrito.
Escrito 2: apesar do texto ser coerente e descrever bem o objeto, infelizmente o aluno não entendeu que o objeto só poderia ser revelado no final. O aluno que escreveu esse texto participou da primeira atividade realizada em grupo que escreveu o texto do anexos dois, citado no primeiro relatório. Observe que a letra dessa atividade é igual a que o Kaique fez em trio com a Jennifer, que não escreve por ser deficiente, e com o Joelliton, daí acredito que houve um avanço em sua atividade, já que a anterior estava muito resumida e repetitiva, ao passo que esta foi bem mais elaborada por ele.
Escrito 3: observe que nesta atividade a aluna alcançou plenamente o objetivo da atividade apesar de ter confundido objeto pessoal com objeto de higiene pessoal, seu texto reflete ainda a condição social que vive atualmente, ou seja, o objeto descrito é usado em sua higiene, quando não deveria já que se trata de uma barra de sabão e não de um sabonete, que custa mais caro, ao passo que o sabão, além de mais barato, pode ser usado para mais funções.
Escrito 4: é da aluna com necessidades especiais, observe que foi feita no computador, pois a mesma não consegue escrever com o lapis convencional.
Observe que a maioria dos textos dos alunos tem erros ortográficos, de pontuação e principalmente de concordância, já que eles tem o habito de falar como escrevem. Entretanto os trinta e cinco textos lidos são coerentes.










quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Registro Reflexivo


No dia onze de agosto de dois mil e nove antes de executar o avançando na prática resolvi fazer um diagnóstico (atividade obrigatória) com o objetivo de sondar os conhecimentos prévios dos alunos. Para tanto coloquei em prática a atividade que foi desenvolvida no primeiro dia do Gestar II com os professores da rede municipal sobre conhecimento intuitivo de gêneros, dessa forma levei três pastas com pelo menos doze tipos diferentes de gêneros textuais e dividi a turma em grupos para que eles classificassem os textos. Os alunos finalizaram apresentando de que forma classificaram os textos e quais os seus uso sociais, em seguida fiz um apanhado geral sobre os gêneros e ainda elogiei a turma pela dedicação nas atividades. Na aula do dia seguinte levei o avançando na prática da pagina 25 da TP3 com a finalidade de estimular os alunos na produção do texto (diagnóstico), neste sentido foi lido a biografia de Carlos Drummond de Andrade, de Jean de La Fontaine e José Bento Monteiro Lobato para que os discentes observassem e argumentassem sobre as semelhanças entre os textos e as informações que constitui um texto biográfico. Para finalizar solicitei uma produção autobiográfica, cujo desafio era escrevê-la em terceira pessoa, transformando-a, portanto em biografia. Foi uma atividade demorada e trabalhosa, pois alguns alunos oscilavam, ora narrando o texto em terceira ora em primeira pessoa. Os textos foram recolhidos e ao Lê-los constatei que seis dos trinta e seis alunos freqüentes não conseguiram alcançar o objetivo, pois começavam narrando em terceira pessoa e terminavam em primeira. Esses textos estão arquivados como parte integrante do Gestar ll já que faz parte da avaliação do desempenho escolar dos alunos (pag. 17 do guia geral).
No dia quatorze de agosto de dois mil e nove foi realizada, no 7° ano B, uma brincadeira com o objetivo de trabalhar os gêneros: provérbios, ditados populares e pensamentos. (essa brincadeira não está no material, foi idéia minha) Para tanto a classe foi dividida em grupos de quatro a seis pessoas e solicitado aos discentes que lembrassem de pensamentos, provérbios ou ditos populares que tivessem ouvido de outras pessoas, em casa ou na TV, em seguida cada componente escreveu numa folha de papel um desses três gêneros, posteriormente fizemos uma grande roda e com uma bola improvisada com papel cantamos a seguinte musica: a bola vai passando vai passando sem demora passa a bola para ver quem explica agora, o aluno que segurasse a bola no momento que a musica acabasse explicava seu provérbio, ditado ou pensamento com exemplos do dia-a-dia.
No dia dezoito de agosto de dois mil e nove foi realizado um avançando na pratica, no período matutino, com os alunos do 7º ano B (6ª serie) da EMEF Deuzuita Melo De Albuquerque. A atividade escolhida foi sobre o gênero literatura de cordel, por seu conteúdo ser mais ligado às coisas do cotidiano e sua leitura mais atrativa por causa da rima e da musicalidade. (texto da pagina 84 da TP3). É importante acrescentar que apesar de escolher tal atividade para relatar como experiência profissional, resolvi adotar todas as demais dessa TP no meu planejamento diário com o intuito de melhorar as aulas de português nas oito turmas de 6° e 7° ano. Como estava indecisa em qual turma desenvolver o projeto decidi trabalhar a atividade em todas elas. Ao constatar que o 7° ano B mostrou-se mais envolvido, ai não tive duvidas em adotá-los nesse intento. Os alunos colaboraram com as copias dos textos e uma câmera digital. Na data supracitada distribui os textos de cordel de João Martins de Athayde cujo titulo era As quatro classes corajosas: Vaqueiro, agricultor, soldado e pescador, o texto foi lido em voz alta e em seguida discutimos o conteúdo e a forma (verso, rima, estrofe). Falei sobre a diferença entre tema e figura embasada na explicação da pagina 131 da TP3, estimulei os alunos a falarem sobre qual era o tema, o objetivo, as figuras e a visão de mundo presente no texto explorando ainda as marcas da oralidade, as finalidades e as características do texto de cordel. Para finalizar, a turma foi dividida em pequenos grupos para elaborar uma atividade sobre o texto em questão, de cada grupo saiu uma produção como: poema, textos sobre a relação entre os provérbios estudados e o gênero cordel, outros que explicava qual o tema, as personagens, os objetivos e a visão de mundo no texto. Cinco dessas atividades foram escolhidas e estão nesse blog.
Atividade 1: foi abordado o titulo, o objetivo, o tema e a forma como o texto foi escrito;
Atividade 2 : relata o objetivo do texto;
Atividade 3; criação de um texto em verso, sobre um fato comum, da sua realidade;
Atividade 4; estabelece uma relação entre o texto de cordel e os provérbios;
Atividade 5; em poucas palavras as alunas arriscaram escrever sobre a visão de mundo presente no texto estudado e em seguida produziram um texto em verso.
Durante a elaboração dos textos pelos alunos em sala, observei alguns conflitos, ou seja, o discente que produziu a atividade três resolveu sair do grupo por causa da incompatibilidade de idéias, e resolveu arriscar sozinho, produzindo um texto, com rima, sobre um assunto corriqueiro, ao passo que os alunos do grupo que ele tinha saído acabaram não fazendo a produção. O grupo que produziu a atividade dois é composto por um trio especial que ninguém faz questão de tê-los como parceiros, já que uma tem deficiências múltiplas, outro tem déficit cognitivo e fala muita imoralidade e o outro é novato, ou seja, sofre por não ter sido matriculado desde o inicio com a turma, entretanto são alunos excelentes, pois dentro de suas limitações conseguiram elaborar a atividade.
Para realizar tais atividades encontrei varias dificuldades, por se tratar de alunos com baixo poder aquisitivo e de uma escola também precária quanto ao material didático e espacial, ou seja, nosso espaço aqui é restrito por isso as atividades são todas realizadas apenas em sala, a escola não dispõe de alguns materiais como câmera digital, copias para realização de atividades, internet para publicação dos textos, etc. neste sentido alunos e professor firmam parcerias para que os projetos não abortem. Apesar das dificuldades encontradas os resultados foram excelentes e estou feliz por conseguir realizar todas as atividades que me foram incumbidas como cursista e professora de língua materna.
Professora: Edina Maria Da Silva Brandão